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Segurança alimentar: entenda a importância do agronegócio para não deixar faltar alimento

5 abril 2021 Posted by: Trivela Notícias

Sabe aquele prato de comida da hora do almoço? Ou então aquele enorme buffet que você vê ao estar em um restaurante por quilo? Tudo isso é fruto dos esforços dos trabalhadores da área do agronegócio, que trabalham incessantemente na tentativa de não faltar nada na mesa do brasileiro.

O segmento tem um destaque especial no cenário econômico brasileiro. Coloca o país entre os principais produtores do planeta, correspondendo a mais de um quarto do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, de acordo com a CNA (Confederação de Agricultura e Pecuário Nacional).

Mais que isso, o agronegócio registrou crescimento de 24,3% no último ano, marcado pela crise da Covid-19. É o setor responsável por garantir a segurança alimentar. O que é isso? Como acontece?

O que é segurança alimentar

Trata-se de um conceito que surgiu após as duas grandes guerras mundiais. O principal objetivo é garantir às pessoas o acesso a alimentos que apresentam valor nutricional para uma dieta equilibrada. Assim, garantindo uma boa qualidade de vida.

A escassez generalizada de alimentos provocada pelos conflitos causou temor em todo planeta. Com o agronegócio enfraquecido em decorrência das batalhas, muitos campos de plantação foram contaminados devido às armas. Por isso, havia sérios problemas.

Papel do agronegócio

Um estudo realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas) voltada para alimentação e agricultura mostrou que o Brasil possui papel decisivo. Nosso agronegócio é responsável por um protagonismo internacional.

Para se ter ideia, há uma estimativa a respeito do fornecimento de alimentos por parte do agro brasileiro. De acordo com as estatísticas, em 40 anos, nosso país vai aumentar consideravelmente as áreas de plantação. Isso levará em conta a estimativa populacional do mundo que estará em 10 bilhões.

As dimensões continentais do Brasil permitem uma produção em larga escala para o agronegócio nacional. Independente da região, há estados produzindo diferentes tipos de sementes, bovinos, aviários, entre outros. As exportações também auxiliam diferentes lugares do mundo a serem abastecidos pelos alimentos.

O agro contabilizou 100,81 bilhões de dólares (R$555,12 bilhões pela cotação atual) na balança comercial em 2020. A soja ainda é o principal produto, exportado principalmente para a China. O grão registrou um crescimento de 35%. Houve também ampliação nas vendas das carnes (17%), complexo sucroalcooleiro (9,9%), e cereais, farinhas e preparações (6,8%).

Entre os países, a China é o principal comprador do agronegócio do Brasil, com participação equivalente a 28,1% nas exportações. Logo em seguida vêm os Estados Unidos com 13,2% e os Países Baixos (Holanda, Luxemburgo e Bélgica) com 4,9%.  

Cenário mundial

Apesar dos esforços do agronegócio brasileiro, a insegurança alimentar ainda é um problema real. Segundo levantamento da ONU, até 2030, cerca de 67 milhões de pessoas serão impactadas com a falta de alimentos para consumir a quantidade de calorias necessárias para uma boa qualidade de vida.

Entretanto, é importante ressaltar que os dados não mensuram o impacto provocado pela pandemia da Covid-19. A verdade é que esse número pode ser ainda maior, pois houve problemas econômicos mundialmente, com mais pessoas desempregadas e, muitas delas, descendo para a linha da pobreza.

O papel do agronegócio é trabalhar dia após dia para garantir a segurança alimentar das pessoas. É papel dos trabalhadores do campo continuar a produzir para levar o prato à mesa de todos, garantindo a alimentação dos mesmos.

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